Estar em uma única rede social pode não ser tão sustentável assim

Estar em uma única rede social pode não ser lá tão sustentável quanto você imagina. ~Ainda mais naquela de fotos e vídeos que vive gongando seu alcance~


Pensei um milhão de vezes antes de escrever esse artigo. Queria que você soubesse que a limitação de distribuição é tão exaustiva quanto produzir para canais diferentes. E mais do que isso! Queria que você soubesse que existem alternativas.




A internet é grande, diversa e poderosa. Mas o que você está fazendo com isso?


Eu trabalho com autônomos, na maioria prestadores de serviços e produtores independentes que são responsáveis por quase todas as etapas do negócio. Por conta da quantidade de adeptos e conforto com o Instagram, muitas vezes esse acaba se tornando o único canal de comunicação desses pequenos negócios. Os motivos são variados: tempo, dinheiro, mãos... Engolimos a pílula do marketing de conteúdo sem nem ler a bula. Acontece, meu pequeno gafanhoto, que para o Marketing inteligente, consciente e disruptivo a internet é uma sala cheia de portas e em cada uma há uma possibilidade diferente esperando por você.




Essas são todas vezes que você deixou tempo no Instagram mas poderia estar fazendo outra coisa:


- Respondendo mensagens que não foram convertidas em vendas;

- Informando o preço que por lei deveria acompanhar a foto do produto;

- Explicando quem você é e o que você faz;

- Indicando contatos de pessoas que já trabalharam contigo como referência;

- Enviando seu portfólio;

- Produzindo conteúdo todos os dias e sendo consumido pelo algoritmo de uma rede volátil.


O Instagram é a rede social queridinha do Brasil, mas é passível de crítica quando o assunto é mercar. Ela pede e você entrega, mas tem sido uma relação recíproca?

Trabalhar com o mercado digital não baseia-se apenas na criação de conteúdo ~uma pontinha de iceberg~ diante de pelo menos 21 maneiras de atrair clientes para o seu negócio. Mas esse é assunto para um outro dia.




Eu estava triste até descobrir...


Se tem uma coisa que te liberta é o poder da criação. Não estou falando de lindos quadros ou roupas quase arquitetônicas, mas de metodologia. Onze letras podem te ajudar a superar essas fórmulas que não funcionam mais. Foi assim que eu trouxe conceitos de Economia Circular para dentro do meu negócio: é preciso fechar o ciclo da informação. E eu queria fazer isso.

Ao invés de criar mais todos os dias, não seria mais coerente aproveitar o pouco e de qualidade que você já tem?

Desde o primeiro semestre de 2020 reduzi em 60% a minha criação de conteúdo. Fiz isso ao entender que existe uma diferença absurda entre canal de criação ou principal e canal de distribuição. Ao invés de criar para 5, eu crio para um e adapto a linguagem para o que cada rede me pede. Estou menos, só que em mais lugares sempre conversando com quem quero conversar sobre os assuntos que me interessam.

Vou dar outro exemplo.

A Camilla de Lucas tem como canal principal o Tiktok, mas ela usa o Instagram e o Twitter para divulgar os seus vídeos. O Matheus Ilt tem como canal principal o YouTube, mas também usa do Instagram e Twitter para divulgar os seus vídeos.

Você pode reduzir o fluxo de novos conteúdos e aproveitar melhor o tempo de cada rede social ao invés de ver aquele texto incrível ser consumido em 2 horas. No fim, faça as contas e pese o impacto das escolhas que você tem nas mãos. Por hora, fico feliz em dizer que elas existem.

















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